24 de junho de 2017

Currículo: como informar o nível de conhecimento em idiomas? (Por Administradores.com)

Olá Arquivistas, tudo bem?

Ao preencher o seu currículo, já tiveram aquela dúvida de qual o seu nível de proficiência em um idioma? Bem... eu já tive. 

Apesar de ter feito vários cursos, lidar com o inglês todos os dias, além de conversar com estrangeiros, ainda não me sentia segura em colocar o termo "Fluente" no currículo, onde possibilitaria ao Recrutador me ligar já falando inglês! (E isso já aconteceu comigo! ¬¬) 

Para não passar esse desconforto novamente, resolvi procurar o significado dos níveis de conhecimento aos olhos dos Recrutadores, pois a falta de prática em uma língua pode nos deixar inseguros, mesmo conhecendo-a. 

E olha que eu encontrei um ótimo artigo no Administradores.com . Espero que possam ajudar vocês também.

Grande abraço,

Aluna de Arquivo - Arquivista em Construção.


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Currículo: como informar o nível de conhecimento em idiomas?

Na hora de colocar informações sobre o nível de conhecimento de línguas, você deve levar em consideração o método de avaliação usado na empresa para a qual o enviará

Prof. Paulo Henrique Maia
www.administradores.com, 3 de agosto de 2012

Os sistemas adotados para a avaliação do conhecimento em línguas existem para orientar alunos, professores, responsáveis por RHs e instituições de ensino, nas classificações utilizadas para se determinar o nível de proficiência do idioma de qualquer pessoa. Vários são os sistemas criados. No Brasil, porém, há dois que predominam e precisam ser compreendidos.
Sempre ouvimos falar sobre básico, intermediário, avançado, porém vários métodos trazem a classificação do Quadro Europeu Comum A1, A2, A3... – que é pouco conhecida pelos nossos estudantes do idioma. Desde o início dos anos de 1990, a classificação "básico, intermediário e avançado" já não é a mesma no Brasil, quando subdivisões foram inseridas no contexto do aprendizado.
Na hora de colocar informações sobre o nível de conhecimento de línguas, você deve levar em consideração o método de avaliação usado na empresa para a qual o enviará. Também, atente-se na escolha de cursos que além da língua acrescentem tópicos relativos à cultura do país onde ela é falada. Esteja sempre em aprimoramento. "Se virar" no idioma não é suficiente!
Esse nível de conhecimento não envolve apenas o entendimento técnico do idioma, mas também entram fatores, como: questões culturais e a civilização do país onde o idioma é falado – fato este que destaca a necessidade de cursos que insiram na grade esses fatores tão importantes. Além de despertar a curiosidade do aluno no aprendizado do idioma, também favorecem negociações comerciais, pois nada melhor do que conhecer o perfil geral das partes com as quais negociamos.
Nos Estados Unidos, por exemplo, cada estado tem o seu Department of Education(Departamento de Educação) que estabelece critérios próprios para a avaliação do conhecimento e da desenvoltura do indivíduo na língua inglesa. Há também instituições que solicitam exames de proficiência definidos e específicos a cada propósito. Mas, de maneira geral, adota-se a seguinte classificação com suas principais características:
1 – False Beginner: conhecimento zero do idioma; conhecimentos de palavras fora de um contexto; sem conhecimento estrutural;
2 – Beginner: pode entender expressões simples do cotidiano; em alguns casos, pode entender o contexto de uma conversa; pergunta e responde questões de informação; lê estórias ou informações simplificadas; reconhece a aplicação de algumas estruturas gramaticais; escreve frases simples;
3 – Lower Intermediate: entende uma conversa comum em inglês, embora não em detalhes; pode reproduzir o idioma bem, porém ainda cautelosamente; pergunta e responde sobre uma variedade de assuntos cotidianos; apanha o significado total, em detalhes, de textos simples (instrução); escreve redações curtas, porém coerentes;
4 – Intermediate: entende conversas envolvendo interlocutores fluentes com pouca ajuda ocasional; pergunta e responde de modo satisfatório se necessário; é funcionalmente competente para negociações do dia a dia, exceto na presença de problemas que possam surgir; pode escrever comunicações sobre informações ou opiniões com a possibilidade de inabilidade de lidar com algumas estruturas mais complexas;
5 – Upper Intermediate: mantém uma conversa contínua com um nativo; introduz novos assuntos; muda o tópico da conversa; atua ativamente em uma conversa; produz leitura e escrita fluente sem muitos erros;
6 – Advanced: entende e interage no inglês padrão cotidiano; produz fluência suficiente para discutir e manter seu ponto de vista, convencer com informações complexas em qualquer área; escreve, lê e fala com bem poucos erros;
7 – Full English Proficient: interlocutor nativo familiarizado com a cultura inglesa – reconhece sotaques, dialetos; praticamente considerado um nativo dentro do idioma;
Já a European Union Council Reference recomenda a utilização do quadro comum europeu de referência para línguas desde janeiro de 2002, por se tratar de uma ferramenta muito útil para a validação do nível conhecimento e do envolvimento em idiomas. Aplicado em boa parte do mundo, este sistema possui as seguintes classificações:
A0 – Iniciante do zero (esse nível não é oficial para o QECR). O aluno começa a aprender um idioma desde o zero e não tem conhecimento algum do idioma;
A1 – Iniciantes – o aluno aprende as estruturas básicas do idioma e vocabulário;
A2 – Iniciantes – aprendizagem e prática metódica do conhecimento fundamental do idioma para ajudar a desenvolver a comunicação;
B1 – Pré-Intermediário – revisão e enriquecimento das estruturas básicas do idioma para estudantes se comunicarem com mais segurança, conversando com mais facilidade;
B2 – Intermediário – Ampliação do vocabulário e das estruturas gramáticas que permitem ao aluno enfrentar situações diárias. Introdução ativa no contexto da cultura do país e sua civilização através de documentos autênticos;
C1 – Upper-intermediate – Estudo do idioma oral e escrito a fundo, permitindo ao estudante participar de conversas sobre vários temas com maior fluência. Compreensão de artigos jornalísticos de um maior grau de dificuldade e redação de relatórios;
C2 – Avançado: a conquista de um grau alto de habilidade no idioma. Estudo de diferentes aspectos do idioma, estilos, análises da cultura do país, seu idioma e sua civilização.
E qual dos sistemas você utiliza para falar sobre o seu conhecimento em idiomas?
Paulo Henrique Maia –  Especialista em cultura americana, é consultor e professor de idiomas do Centro Yankee, instituto especializado no ensino do inglês americano. www.centroyankee.com.br 

22 de junho de 2017

ESTAGIÁRIO DE ARQUIVOLOGIA (2 vagas) - Gávea / RJ

ESTAGIÁRIO DE ARQUIVOLOGIA (2 vagas)

- Cursando entre o 2º e 5º períodos;
- Carga horária de 20 horas semanais;
- Local: Gávea
- Bolsa R$ 800 + VR R$ 15,00 (dia) + VT

Atividades Principais:
- Classificação/indexação de fotos e vídeos
- Pesquisa de imagens para redes sociais e demais mídias
- Organização de clipping
- Rotinas de arquivo

Perfil Desejado:
Capacidade de trabalhar em equipe
Iniciativa
Assiduidade
Conhecimentos de informática e tecnologias
Conhecimento básico de fotografia e Photoshop

Enviar cúrriculo para: equipecase.acervo@gmail.com

10 de junho de 2017

Nova Parceria: Almeida & Davanzo está oferencendo descontos aos leitores do blog alunadearquivo, aproveite!

 

Almeida & Davanzo presta serviços na área de organização de informações e documentos, por meio de capacitações e consultorias. 

Aproveite a parceria do blog Aluna de Arquivo – Arquivista em Construção e a Almeida & Davanzo e utilize o cupom promocional de 28% de descontos nas capacitações.

Válido até 12/2017
 



Visite nosso site, será um prazer ter você como nosso visitante!!!

Vaga de Estágio de Arquivologia - DPGE/RJ

Coordenação de Gestão Documental  – DPGE/RJ – Convênio CIEE

Informa sobre processo de seleção para preenchimento de vagas de estágio de Arquivologia

Requisitos:

Necessário estar cursando a partir do 4ºperíodo e ter interesse na implantação de projetos de gestão documental, envolvendo a organização, higienização, classificação, avaliação, conservação de documentos e digitalização. 
Ter domínio do pacote Office (Word; Power Point; Excel e Outlook);
Ter conhecimento quanto aos Instrumentos Arquivisticos e GED será um diferencial.
Ser proativo, pontual e assíduo.

Instituição: Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro

Carga horária: 6 horas diárias (de segunda a sexta-feira)

Horário do Estágio: 08:00 à 14:00h ou 12:00 à 18:00h

Bolsa auxílio: R$700,00 mensais e auxílio transporte de R$120,00.

Previsão de início: Imediato.

Interessados favor enviar currículo atualizado para meggitavares@gmail.com

23 de maio de 2017

Divulgação Termo de Referência - Elaboração Instrumentos de Gestão Arquivística

Prezado(a) Senhor(a)

Informamos que a CAIXA, por meio do PNUD, está buscando a contratação da prestação de serviços de consultoria para a elaboração dos instrumentos de gestão arquivística.
As condições para a contratação do profissional constam do Termo de Referência nº 002/2017, publicado por meio do endereço http://www.br.undp.org/content/brazil/pt/home/operations/jobs.html.

Os currículos devem ser encaminhados para o e-mail gersa@caixa.gov.br,, até o dia 26/05/2017, e deverão estar em formato pdf.

O processo seletivo se dará em Brasília – DF.

A ANPOCS APOIA O FÓRUM NACIONAL DE ENSINO E PESQUISA EM ARQUIVOLOGIA (FEPARQ) NO MANIFESTO SOBRE A SITUAÇÃO DO ARQUIVO NACIONAL

Fórum Nacional de Ensino e Pesquisa em Arquivologia
A situação gerencial do Arquivo Nacional
Desde janeiro de 2016, o Arquivo Nacional passou por três gestões, entre um diretor nomeado e exonerado duas vezes e um interino. Nenhum desses gestores apresentavam os requisitos básicos, em termos de conhecimento e experiência em Arquivologia, para exercerem um cargo de tamanha responsabilidade.
Essa instabilidade gerencial, por si só, sinaliza a fragilidade institucional de uma instituição fundamental para o Brasil.
O Arquivo Nacional é a instituição arquivística mais importante do país. É responsável pela conservação e acesso a um acervo de 55 quilômetros de documentos textuais, além de milhares de documentos audiovisuais. Paralelamente, tem a obrigação legal de atuar na gestão dos documentos de todo o Poder Executivo Federal. Na sua estrutura, funciona o Conselho Nacional de Arquivos, incumbido da política nacional de Arquivos e órgão central do Sistema Nacional de Arquivos.
Evidentemente, os problemas do Arquivo Nacional não começam em 2016. Criado em 1838, o Arquivo Nacional, ao contrário do que ocorre em muitos países, sempre esteve na periferia do Estado. Desde os anos de 1980, a instituição tem buscado avanços que se não reverteram sua histórica debilidade institucional, possibilitaram ampliar sua vocação e relevância social. Apesar de suas dificuldades estruturais, ao longo das últimas décadas, o Arquivo Nacional estendeu seu espaço como território do Estado a serviço da sociedade, da democratização da informação governamental e do exercício do direito do cidadão à informação, à memória e à cultura.
Ao ser vinculado à Casa Civil da Presidência da República, em 2000, deixando o Ministério da Justiça, o Arquivo Nacional adquiriu melhores condições, especialmente políticas e orçamentárias. A volta do Arquivo Nacional para o Ministério da Justiça em 2011 foi um retrocesso político, gerencial e científico.
Uma instituição dessa importância deveria ser tratada como órgão de Estado e não como mera moeda de troca política em detrimento da qualidade da gestão pública. Não por acaso, na Conferência Nacional de Arquivos, promovida pelo Ministério de Justiça em dezembro de 2011, aprovou-se uma moção voltada para o processo de escolha do cargo de diretor-geral do Arquivo Nacional: “mandato com tempo definido; limite de uma recondução ao cargo; chamada pública de interessados a ocupantes do cargo; eleição interna no sistema de lista tríplice; e criação de colegiado interno de natureza consultiva e deliberativa, com participação de representantes de servidores”.
Esse processo de escolha foi ignorado pelo Ministério da Justiça. Porém, algo mais grave vem sendo negligenciado: a Direção-Geral do Arquivo Nacional deve ser exercida por pessoa com experiência na gestão pública, alta qualificação acadêmica e conhecimento da Arquivologia e do papel dos arquivos no mundo contemporâneo, além de capacidade de diálogo com diversos segmentos políticos, culturais e científicos.
O Fórum Nacional de Ensino e Pesquisa em Arquivologia, que reúne professores de todos os cursos de Arquivologia do Brasil e pesquisadores de diversas instituições científicas, expressa sua expectativa de que os problemas do Arquivo Nacional não sejam ainda mais acirrados com escolhas inadequadas para a Direção-Geral da instituição.
Solicitamos que o Ministério da Justiça, tal como ocorre com sucesso em outros órgãos federais, institua Comitê de Busca, composto por membros altamente qualificados em Arquivologia, para subsidiar o Ministro de Estado da Justiça na escolha do/a Diretor/a- Geral do Arquivo Nacional.
Num momento de crise como o que passa o país, essa alternativa, certamente contribuirá para o Arquivo Nacional avançar nas suas funções, imprescindíveis para o Estado e a sociedade brasileira.
Clique aqui e veja os nomes dos docentes e pesquisadores brasileiros de Arquivologia que apoiaram este Manifesto. 
Saiba mais: ANPOCS

Vaga de Estágio em Arquivologia no MPE-RJ

Estágio Remunerado


Instituição: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
Carga Horária: 4 horas diárias (de segunda a sexta-feira).
Bolsa-Auxílio: R$ 600,00 (seiscentos reais).
Auxílio-Transporte: R$ 7,60 (sete reais e sessenta centavos) por dia de trabalho.

Requisitos:

§  Estar cursando faculdade de Arquivologia

Inscrições:

Enviar currículo para drh.estagio@mprj.mp.br com os seguintes dados:

§  Nome;
§  Idade;
§  Endereço;
§  Telefones de contato;
§  Email;
§  Nome da Instituição de Ensino;
§  Período;
§  Horário Escolar

§  Experiências anteriores